Buenas Gauchada!
Quem não é ciumento que atire a primeira pedra!
Tecnicamente falando, há alguns que se julgam não serem ciumentos, mas isso somente na teoria, pois na pratica não é bem assim.
Há casos, que inclusive presenciei, de ciúme exagerado, onde já houve agressão verbal e física. São cenas que nunca mais quero presenciar.
Assim como tudo em excesso faz mal, não seria diferente com esse sentimento que ataca a população em geral.
Quando nos dosamos e nos controlamos, temos uma vida mais alegre e saudável.
Confesso, eu sou ciumenta. Sim, bem ciumenta. Tenho ciúme de amigos, dos meus irmão, dos meus pais, enfim, ciumenta de carteirinha.
As vezes é difícil se policiar para que haja o autocontrole, digo por experiência própria.
Mas vamos pensar em soluções, quando o casal se gosta, quando os amigos e/ou famílias se gostam, sempre vão arranjar tempo para você, no caso do casal, se há confiança, há base, no momento em que a confiança acaba, bom, melhor serem amigos.
Mas quando o ciúme vier pronto para te atacar e te transformar em uma fera, descontrolada e desvairada, respire fundo. Se tiver seus fones de ouvidos em mãos, melhor. Coloque aquela música que te acalma, mesmo que seja o lepo lepo, patience ou paparazi. A música te tranquilizará e você estará apto para conversar com quem quer que seja.
Parece que para isso tudo necessitamos de anos de prática e estudo. E de certa forma necessitamos sim. O grande segredo disso tudo está bem mais perto de você, do que você acha. O segredo está na ponta do seu nariz. Sabe o que é?
É a autoconfiança. A confiança que você é bom o suficiente para estar ali. Como no dito popular "confie no seu taco" .
E é bem isso mesmo.
Aqui é o lugar onde tu encontras assuntos variados e histórias que podem acontecer a qualquer hora e qualquer dia.
quinta-feira, 24 de abril de 2014
quarta-feira, 23 de abril de 2014
CAP XII
Com tudo indo bem nessa minha nova fase, comecei a estudar. Os meus horários foram cada vez mais apertados com o passar dos dias, mas mesmo assim eu conseguia encontrar tempo para lembrar de você. Isso não acontecia mais com tanta frequência, afinal, aquele espaço que era seu, estava começando a ser tomado.
Rapidamente passaram-se 30 dias e nessa nova etapa, nessa minha nova fase, você estava distante.
Quando colocava a cabeça no travesseiro, pensava em te procurar, ver como você estava. Mas cinco minutos após eu deitar, esse meu novo amigo, minha nova paixão me ligava para dar boa noite, e automaticamente eu não pensava mais em nada, a não ser nele.
Algumas vezes você aparecia vagamente em meu pensamento. Começou a ser cada vez mais vago, até que então, isso deixou de ser uma rotina.
Completamente apaixonada pelo meu novo amigo, era mais uma história a ser vivida. Talvez mais sorrisos a serem colocados em nossos rostos. Formávamos um casal jovem, cheios de sonhos e planos. Bem típico dos 19 e 20 anos.
Lembro como se fosse hoje, aquela quinta-feira fria, típica de primavera, quase inverno, quando recebi a grande surpresa:
" Parece bobagem, e talvez até seja, não importa, mas eu não consigo ficar longe de você. Namora comigo? "
Fique pasma, assustada, sem reação. Não esperava que você fosse ser rápido ao pensar em uma situação mais séria. Confesso que eu queria muito isso, e esperava isso de você, mas não tão de pressa assim.
Era meu amigo, querendo se tornar alguém bem além disso. Querendo se comprometer em me fazer feliz.
Meio que sem jeito, sorri pulei no seu colo. Chorava e sorria feito uma criança de 8 anos ao ganhar algo que queria muito.
Namoramos e confesso que estava muito feliz.
Agora quanto a minha antiga paixão, meu antigo amor, bom... as vezes nos falamos e bate um princípio de saudade, mas logo trato de não pensar nisso.
Afinal, a minha verdadeira alegria está comigo até hoje. "
FIM
Bueno galera, tentei fazer uma história, e espero que tenham gostado.
Agradeço a todos que leram todos os capítulos.
É uma história fictícia, e claro que tem alguns pontos que peguei de inspiração com alguns momentos vividos por mim ou por alguns amigos. É isso.
Abraço!
Com tudo indo bem nessa minha nova fase, comecei a estudar. Os meus horários foram cada vez mais apertados com o passar dos dias, mas mesmo assim eu conseguia encontrar tempo para lembrar de você. Isso não acontecia mais com tanta frequência, afinal, aquele espaço que era seu, estava começando a ser tomado.
Rapidamente passaram-se 30 dias e nessa nova etapa, nessa minha nova fase, você estava distante.
Quando colocava a cabeça no travesseiro, pensava em te procurar, ver como você estava. Mas cinco minutos após eu deitar, esse meu novo amigo, minha nova paixão me ligava para dar boa noite, e automaticamente eu não pensava mais em nada, a não ser nele.
Algumas vezes você aparecia vagamente em meu pensamento. Começou a ser cada vez mais vago, até que então, isso deixou de ser uma rotina.
Completamente apaixonada pelo meu novo amigo, era mais uma história a ser vivida. Talvez mais sorrisos a serem colocados em nossos rostos. Formávamos um casal jovem, cheios de sonhos e planos. Bem típico dos 19 e 20 anos.
Lembro como se fosse hoje, aquela quinta-feira fria, típica de primavera, quase inverno, quando recebi a grande surpresa:
" Parece bobagem, e talvez até seja, não importa, mas eu não consigo ficar longe de você. Namora comigo? "
Fique pasma, assustada, sem reação. Não esperava que você fosse ser rápido ao pensar em uma situação mais séria. Confesso que eu queria muito isso, e esperava isso de você, mas não tão de pressa assim.
Era meu amigo, querendo se tornar alguém bem além disso. Querendo se comprometer em me fazer feliz.
Meio que sem jeito, sorri pulei no seu colo. Chorava e sorria feito uma criança de 8 anos ao ganhar algo que queria muito.
Namoramos e confesso que estava muito feliz.
Agora quanto a minha antiga paixão, meu antigo amor, bom... as vezes nos falamos e bate um princípio de saudade, mas logo trato de não pensar nisso.
Afinal, a minha verdadeira alegria está comigo até hoje. "
FIM
Bueno galera, tentei fazer uma história, e espero que tenham gostado.
Agradeço a todos que leram todos os capítulos.
É uma história fictícia, e claro que tem alguns pontos que peguei de inspiração com alguns momentos vividos por mim ou por alguns amigos. É isso.
Abraço!
terça-feira, 22 de abril de 2014
CAP XI
E mais uma vez depois de momentos de alegria e prazer, a minha rotina de ficar sem você seguiu normalmente.
Confesso que com o tempo, fui me valorizando mais, a menina jovem e inocente começou a dar espaço para a mulher madura.
Depois desse nosso último encontro, você ainda mandava sms e ainda procurava saber como eu estava indo.
Esse encontro foi muito importante para mim, ele me mostrou que o que eu sentia não poderia ser mais forte que a minha razão, e depois de bater a cabeça muitas vezes na parede, tomei a seguinte decisão: chega disso, chegou a hora de mudar.
Como havia pensado, você ia seguir me tentando, afinal de contas, nossa química estava bem além do teu sentimento por mim.
Acabei notando a presença de um cara especial, que estava sempre ali me ajudando e me ouvindo. Ele sempre foi muito mais que amigo. Acho que estava cega de amores por você e acabei não me dando conta, mas esse cara que estava ao meu lado, foi tomando espaço. Diante de várias idas a parques e a encontros, surgiu um princípio de sentimento. Aquele beijo de despedia depois do chimarrão no parque me marcou bastante.
Estava na hora de tomar as decisões certas, mesmo que isso me custasse algumas lágrimas.
E como em uma cobrança de pênalti, minha vida estava se resumindo em poucos metros, por assim dizer. Decisão tomada, bola de um lado e goleiro do outro. Assim como um gol, senti que havia tomado a decisão certa.
Comecei a agir como você agia, com um certo tom de ignorância ou rejeição. De primeira opção, você já não estava figurando entre as primeiras. Claro que a saudade bateu e o coração apertou, mas fora isso, o sorriso estava figurando com mais frequência em meu rosto.
E mais uma vez depois de momentos de alegria e prazer, a minha rotina de ficar sem você seguiu normalmente.
Confesso que com o tempo, fui me valorizando mais, a menina jovem e inocente começou a dar espaço para a mulher madura.
Depois desse nosso último encontro, você ainda mandava sms e ainda procurava saber como eu estava indo.
Esse encontro foi muito importante para mim, ele me mostrou que o que eu sentia não poderia ser mais forte que a minha razão, e depois de bater a cabeça muitas vezes na parede, tomei a seguinte decisão: chega disso, chegou a hora de mudar.
Como havia pensado, você ia seguir me tentando, afinal de contas, nossa química estava bem além do teu sentimento por mim.
Acabei notando a presença de um cara especial, que estava sempre ali me ajudando e me ouvindo. Ele sempre foi muito mais que amigo. Acho que estava cega de amores por você e acabei não me dando conta, mas esse cara que estava ao meu lado, foi tomando espaço. Diante de várias idas a parques e a encontros, surgiu um princípio de sentimento. Aquele beijo de despedia depois do chimarrão no parque me marcou bastante.
Estava na hora de tomar as decisões certas, mesmo que isso me custasse algumas lágrimas.
E como em uma cobrança de pênalti, minha vida estava se resumindo em poucos metros, por assim dizer. Decisão tomada, bola de um lado e goleiro do outro. Assim como um gol, senti que havia tomado a decisão certa.
Comecei a agir como você agia, com um certo tom de ignorância ou rejeição. De primeira opção, você já não estava figurando entre as primeiras. Claro que a saudade bateu e o coração apertou, mas fora isso, o sorriso estava figurando com mais frequência em meu rosto.
quarta-feira, 16 de abril de 2014
CAP X
O tempo passou, cerca de uns dois meses. As amizades começaram aumentar com outras pessoas.
Fui a festas, parques, shoppings, tudo para me distrair.
Confesso que eu estava conseguindo, estava indo bem.
Mas como em vários filmes e novelas, a nossa história estava longe de acabar.
Almoçamos juntos em uma oportunidade que surgiu, e logo depois disso os contatos novamente foram aumentando.
Certa manhã, em torno das 8h e 50min você me mandou um "Te amo gata, bom dia. Bjs " Automaticamente respondi perguntando se tinha enviado para pessoa errada, e você disse que não. Que tudo isso era verdade.
Depois de um tempo de estabilidade você estava voltando, com força máxima, me deixando desnorteada.
Momentaneamente bateu toda vontade, todo o desejo novamente.
Nessa hora o coração falou mais alto do que a razão. Alguns dizem que isso é um grande erro. Eu acredito que quando falamos em sentimento, não existem grandes erros. Existem apenas, algumas escolhas erradas, afinal, até mesmo um relógio parado, está certo duas vezes ao dia.
Você disse que queria entrar nessa história, mudar seu rumo.
As ligações e sms cresceram ainda mais. Porém nem tudo estava as mil maravilhas. A saudade e a vontade estavam cada vez maiores, assim como o desejo.
Em uma quarta a tarde você me mandou: te encontro as 18:30h em frente ao motel da rua Pio XII, a vontade de te ter em meus braços está cada dia maior, desmarque tudo e me espere lá.
Quando saí do trabalho fui diretamente para lá, e você estava me esperando.
Eu não conhecia direito o lugar, e confesso, era bem precário. Mas claro que isso não atrapalhou em nada.
O nome do motel era Sete Pecados, gostei do nome, embora não estivesse cometendo nenhum deles.
Entramos em um quarto, lugar simples, era meio feio na verdade, mas enfim, não dei importância.
Você começou a conversar, me explicar o porquê era cedo para estarmos juntos. Na minha cabeça eu já não entendia mais nada. Você estava se tornando muito indeciso quanto ao que queria ou não.
Até que então você me beijou lentamente...
-Gata, fica tranquila, vamos aproveitar nosso tempo.
Esse teu estilo, tua marra, me instigava cada vez mais a ter você comigo.
Você me beijou e me acariciou lentamente, como se fosse na primeira vez. Queria me mostrar para que estava ali, e me mostrou.
Me amou loucamente, arduamente, possessivamente naquele momento. Fizemos amor, e a noite foi maravilhosa.
As duas horas se passaram e fomos para casa.
Dois caminhos opostos, que estavam insistindo em se encontrar sempre, esse estava sendo o breve resumo do nosso relacionamento...
O tempo passou, cerca de uns dois meses. As amizades começaram aumentar com outras pessoas.
Fui a festas, parques, shoppings, tudo para me distrair.
Confesso que eu estava conseguindo, estava indo bem.
Mas como em vários filmes e novelas, a nossa história estava longe de acabar.
Almoçamos juntos em uma oportunidade que surgiu, e logo depois disso os contatos novamente foram aumentando.
Certa manhã, em torno das 8h e 50min você me mandou um "Te amo gata, bom dia. Bjs " Automaticamente respondi perguntando se tinha enviado para pessoa errada, e você disse que não. Que tudo isso era verdade.
Depois de um tempo de estabilidade você estava voltando, com força máxima, me deixando desnorteada.
Momentaneamente bateu toda vontade, todo o desejo novamente.
Nessa hora o coração falou mais alto do que a razão. Alguns dizem que isso é um grande erro. Eu acredito que quando falamos em sentimento, não existem grandes erros. Existem apenas, algumas escolhas erradas, afinal, até mesmo um relógio parado, está certo duas vezes ao dia.
Você disse que queria entrar nessa história, mudar seu rumo.
As ligações e sms cresceram ainda mais. Porém nem tudo estava as mil maravilhas. A saudade e a vontade estavam cada vez maiores, assim como o desejo.
Em uma quarta a tarde você me mandou: te encontro as 18:30h em frente ao motel da rua Pio XII, a vontade de te ter em meus braços está cada dia maior, desmarque tudo e me espere lá.
Quando saí do trabalho fui diretamente para lá, e você estava me esperando.
Eu não conhecia direito o lugar, e confesso, era bem precário. Mas claro que isso não atrapalhou em nada.
O nome do motel era Sete Pecados, gostei do nome, embora não estivesse cometendo nenhum deles.
Entramos em um quarto, lugar simples, era meio feio na verdade, mas enfim, não dei importância.
Você começou a conversar, me explicar o porquê era cedo para estarmos juntos. Na minha cabeça eu já não entendia mais nada. Você estava se tornando muito indeciso quanto ao que queria ou não.
Até que então você me beijou lentamente...
-Gata, fica tranquila, vamos aproveitar nosso tempo.
Esse teu estilo, tua marra, me instigava cada vez mais a ter você comigo.
Você me beijou e me acariciou lentamente, como se fosse na primeira vez. Queria me mostrar para que estava ali, e me mostrou.
Me amou loucamente, arduamente, possessivamente naquele momento. Fizemos amor, e a noite foi maravilhosa.
As duas horas se passaram e fomos para casa.
Dois caminhos opostos, que estavam insistindo em se encontrar sempre, esse estava sendo o breve resumo do nosso relacionamento...
terça-feira, 15 de abril de 2014
CAP IX
O tempo trouxe um certo desgaste emocional, e com isso os contatos acabaram diminuindo.
Troquei de trabalho, arrumei novos amigos, novas companhias, vida nova.
As mensagens que você mandava eu não respondia, e quando por ventura te dava o retorno, era estranho.
Passei a conhecer mais a cidade, a tentar esquecer tudo o que havia ocorrido.
Dei uma chance de mudar novamente, de tentar novamente, e deixa no pensamento apenas as lembranças boas e os momentos de alegria, prazer e amor.
No trabalho novo, eu estava com uma instabilidade, ora tinha confiança que daria tudo certo, ora não.
Mas assim como nos filmes de romance, esperava que o tempo fosse o maior remédio para tudo isso.
Lembro-me daquela manhã. Uma manhã gelada, típica de outono. Como nos demais dias, sai para trabalhar depois de tomar um copo de café preto bem quente.
Chegando até o terminal onde sempre desço, comprei mais um café.
Aquela noite não tinha dormido bem. Acordei cansada, com sono. Mas diante das dificuldades, tinha que ao menos tentar manter o foco no trabalho.
Estava distraída com o trabalhando, quando eu ouvi alguém falar que queria falar comigo. Quando eu virei para trás, me deparei com você.
Naquela hora gelei, minhas mãos suaram e minhas pernas tremeram. Você estava na minha frente, me olhando fixamente. Eu estremeci, fiquei nervosa.
Você me deu oi, e perguntou se podíamos conversar um pouco. Meio que sem saber o que responder, perguntei o que você queria.
No horário do meu almoço saímos e conversamos você disse que se preocupava comigo, que me queria bem.
Eu não entendia o porque daquilo, o porque daquela preocupação. Os 30 minutos do meu almoço passaram e depois de um abraço nos despedimos mais uma vez.
Combinamos para não nos falar muito, para não nos machucarmos, ou melhor, para eu não me machucar.
Os dias se tornaram mais longos, e a vontade também.
Mas eu sabia que não deveria correr atrás de alguém que no momento não podia me oferecer o que eu procurava...
O tempo trouxe um certo desgaste emocional, e com isso os contatos acabaram diminuindo.
Troquei de trabalho, arrumei novos amigos, novas companhias, vida nova.
As mensagens que você mandava eu não respondia, e quando por ventura te dava o retorno, era estranho.
Passei a conhecer mais a cidade, a tentar esquecer tudo o que havia ocorrido.
Dei uma chance de mudar novamente, de tentar novamente, e deixa no pensamento apenas as lembranças boas e os momentos de alegria, prazer e amor.
No trabalho novo, eu estava com uma instabilidade, ora tinha confiança que daria tudo certo, ora não.
Mas assim como nos filmes de romance, esperava que o tempo fosse o maior remédio para tudo isso.
Lembro-me daquela manhã. Uma manhã gelada, típica de outono. Como nos demais dias, sai para trabalhar depois de tomar um copo de café preto bem quente.
Chegando até o terminal onde sempre desço, comprei mais um café.
Aquela noite não tinha dormido bem. Acordei cansada, com sono. Mas diante das dificuldades, tinha que ao menos tentar manter o foco no trabalho.
Estava distraída com o trabalhando, quando eu ouvi alguém falar que queria falar comigo. Quando eu virei para trás, me deparei com você.
Naquela hora gelei, minhas mãos suaram e minhas pernas tremeram. Você estava na minha frente, me olhando fixamente. Eu estremeci, fiquei nervosa.
Você me deu oi, e perguntou se podíamos conversar um pouco. Meio que sem saber o que responder, perguntei o que você queria.
No horário do meu almoço saímos e conversamos você disse que se preocupava comigo, que me queria bem.
Eu não entendia o porque daquilo, o porque daquela preocupação. Os 30 minutos do meu almoço passaram e depois de um abraço nos despedimos mais uma vez.
Combinamos para não nos falar muito, para não nos machucarmos, ou melhor, para eu não me machucar.
Os dias se tornaram mais longos, e a vontade também.
Mas eu sabia que não deveria correr atrás de alguém que no momento não podia me oferecer o que eu procurava...
segunda-feira, 14 de abril de 2014
CAP VIII
"Meu bem, estou apaixonada. Essa distância entre nós me consome dia a dia . A esse nosso lance, nossa amizade já está se tornando pouco para mim."
Enviei.
A sorte estava lançada. Assim como o meu suspense.
Confesso que fiquei com medo, afinal sua resposta poderia ser algo que eu não queria ouvir, ou melhor, ler.
Os minutos passaram e a sua resposta custava a chegar. Minutos depois, bateu um certo receio. Pensei, será que fiz algo que não era para ter feito.
Mas aquela necessidade estava me consumindo dia a dia, me senti obrigada a fazer isso por mim.
A resposta custou um pouquinho a chegar, e o nervosismo estava transbordando em mim. Enfim chegou.
Você dizia que eu era especial, mas como a pouco tinha deixado de um relacionamento recentemente seria rápido demais para assumir outro. Você dizia que gostava, que eu era importante para você, mas que talvez eu nos gostássemos de maneiras diferentes.
No primeiro momento veio o choque, rejeição.
Passou um filme na minha cabeça. E veio a pergunta: porquê será que não sou tão boa assim???
Os dias começaram a se tornar longos, sem graça. Me pegava olhando vagamente para o nada, olhando para o além, imaginando você.
Tínhamos tudo para sermos bons amigos, mas o meu coração queria ir além, bem além...
"Meu bem, estou apaixonada. Essa distância entre nós me consome dia a dia . A esse nosso lance, nossa amizade já está se tornando pouco para mim."
Enviei.
A sorte estava lançada. Assim como o meu suspense.
Confesso que fiquei com medo, afinal sua resposta poderia ser algo que eu não queria ouvir, ou melhor, ler.
Os minutos passaram e a sua resposta custava a chegar. Minutos depois, bateu um certo receio. Pensei, será que fiz algo que não era para ter feito.
Mas aquela necessidade estava me consumindo dia a dia, me senti obrigada a fazer isso por mim.
A resposta custou um pouquinho a chegar, e o nervosismo estava transbordando em mim. Enfim chegou.
Você dizia que eu era especial, mas como a pouco tinha deixado de um relacionamento recentemente seria rápido demais para assumir outro. Você dizia que gostava, que eu era importante para você, mas que talvez eu nos gostássemos de maneiras diferentes.
No primeiro momento veio o choque, rejeição.
Passou um filme na minha cabeça. E veio a pergunta: porquê será que não sou tão boa assim???
Os dias começaram a se tornar longos, sem graça. Me pegava olhando vagamente para o nada, olhando para o além, imaginando você.
Tínhamos tudo para sermos bons amigos, mas o meu coração queria ir além, bem além...
sexta-feira, 11 de abril de 2014
CAPÍTULO VII
Você tinha horário, não podia deixar seus compromissos. Me beijou novamente e com um sorriso no rosto disse: "até logo" .
Aquela noite, não dormi direito, fiquei pensando em tudo que havia acontecido.
Mas a vida segue, e como em um piscar de olhos eu já estava viajando a trabalho novamente.
Os contatos seguiram como antes, via sms.
Da maneira que você se expressava, dava a entender que estava surgindo um sentimento recíproco do meu.
Não me imaginava passar um dia sem falar com você, até que então passamos a marcar encontros com mais frequência.
O encontro logo surgiu. Fomos ao parque em uma bela tarde de sol. Carinhos e gestos de amores eram mais que visíveis.
Até aconteceu um fato inusitado e engraçado. Sentamos em baixo de uma árvore, e deitei em seu colo. Um pouco mais a frente sentou-se um senhor, o qual não tirava os olhos de nós.
Você, sempre com essa marra, esse jeitão nervoso, não deixou por menos, perguntava o porquê ele estava olhando, se queria sentar e conversar junto com a gente. Confesso que fiquei com um pouquinho de vergonha. Mas não dei muita importância, afinal, você estava ali.
Aquela linda tarde trouxe mais vontade e desejo.
Você me falava dos planos para o futuro, alguns deles, eu automaticamente me colocava junto. Afinal, quem nunca imaginou dois filhos, uma casa na beira da praia, e no inverno todo mundo em baixo do cobertor? Confesso, eu imaginei.
Naquela tarde senti um olhar diferente. Mas enfim, assim como nas outras vezes, você teve que partir.
Voltamos para nossa rotina normal de sms, no tempo que sobrava.
Algumas semanas se passaram e com elas veio a saudade. Então depois de tomar dois copos de coragem resolvi: hoje irei te falar o que sinto. Peguei o celular na mão e comecei a escrever...
Você tinha horário, não podia deixar seus compromissos. Me beijou novamente e com um sorriso no rosto disse: "até logo" .
Aquela noite, não dormi direito, fiquei pensando em tudo que havia acontecido.
Mas a vida segue, e como em um piscar de olhos eu já estava viajando a trabalho novamente.
Os contatos seguiram como antes, via sms.
Da maneira que você se expressava, dava a entender que estava surgindo um sentimento recíproco do meu.
Não me imaginava passar um dia sem falar com você, até que então passamos a marcar encontros com mais frequência.
O encontro logo surgiu. Fomos ao parque em uma bela tarde de sol. Carinhos e gestos de amores eram mais que visíveis.
Até aconteceu um fato inusitado e engraçado. Sentamos em baixo de uma árvore, e deitei em seu colo. Um pouco mais a frente sentou-se um senhor, o qual não tirava os olhos de nós.
Você, sempre com essa marra, esse jeitão nervoso, não deixou por menos, perguntava o porquê ele estava olhando, se queria sentar e conversar junto com a gente. Confesso que fiquei com um pouquinho de vergonha. Mas não dei muita importância, afinal, você estava ali.
Aquela linda tarde trouxe mais vontade e desejo.
Você me falava dos planos para o futuro, alguns deles, eu automaticamente me colocava junto. Afinal, quem nunca imaginou dois filhos, uma casa na beira da praia, e no inverno todo mundo em baixo do cobertor? Confesso, eu imaginei.
Naquela tarde senti um olhar diferente. Mas enfim, assim como nas outras vezes, você teve que partir.
Voltamos para nossa rotina normal de sms, no tempo que sobrava.
Algumas semanas se passaram e com elas veio a saudade. Então depois de tomar dois copos de coragem resolvi: hoje irei te falar o que sinto. Peguei o celular na mão e comecei a escrever...
quinta-feira, 10 de abril de 2014
CAPÍTULO VI
Aquela semana que sucedeu o nosso encontro, foi algo que mexeu muito muito comigo.
A minha certeza e convicção do que eu queria, dos meus objetivos, deram lugar para incerteza de você estar ao meu lado ou não.
Os contatos se manteram por celular e por bate papo na internet.
Enfim com o trabalho garantido, fui dar um pouco de prioridade aos objetivos que havia traçado no início do ano.
Estávamos longe, mas nosso pensamento seguia no mesmo rumo.
Eu tinha vontade de largar tudo e voltar correndo para te ver, precisava disso. A cada sms respondido o olhar brilhava um pouco mais. Não havia maneira de esconder a felicidade.
Nas horas em que eu passava viajando e trabalhando, sempre encontrava espaço para pelo menos 5 minutos de você. Essa vontade e desejo estavam me consumindo por dentro. Isso estava se tornando mais forte que eu.
Quanto as minhas perspectivas? Bom, estava confusa, não sabia mais para que lado correr, para que lado olhar. Não sabia o que estava sentindo, se ia ser bom ou ruim.
Aquela moça que se julgava durona, focada em prol do que queria, estava dando espaço para menininha de 18 anos que estava se apaixonando, bem típico de primeira paixão.
Confesso que andava ansiosa, pois sabia que conseguiria 2 dias de folga, e com isso poderia me encontrar contigo, pelos menos alguns minutos.
Aconteceu que conseguimos passar mais uma tarde. Tarde que não tenho nem como descrever direito.
Um copo de cerveja, e foi ai que você me abraçou e beijou ardentemente.
Foi um momento carinhoso e safado ao mesmo tempo, me mostrou realmente para que você estava ali.
Saímos da sala, você me segurou forte, encostou na parede. Fez o tempo parar.
Naquele momento não vinha mais nada na cabeça, a não ser seu cheiro, seu beijo.
Quando fiquei nos teus braços me senti acolhida, protegida. Você estava ali, me enchendo de amor.
Aquele instante deixei de ser a menininha, a garotinha de 18 anos, para tornar-me a mulher mais desejada, a mulher mais amada, mais cobiçada.
Foram duas horas de prazer, de amor.
Deitada com você, com o suor pelo corpo, veio a sensação de satisfação. Tanto minha quanto sua, era o momento mais verdadeiro que já havia acontecido entre nós...
Aquela semana que sucedeu o nosso encontro, foi algo que mexeu muito muito comigo.
A minha certeza e convicção do que eu queria, dos meus objetivos, deram lugar para incerteza de você estar ao meu lado ou não.
Os contatos se manteram por celular e por bate papo na internet.
Enfim com o trabalho garantido, fui dar um pouco de prioridade aos objetivos que havia traçado no início do ano.
Estávamos longe, mas nosso pensamento seguia no mesmo rumo.
Eu tinha vontade de largar tudo e voltar correndo para te ver, precisava disso. A cada sms respondido o olhar brilhava um pouco mais. Não havia maneira de esconder a felicidade.
Nas horas em que eu passava viajando e trabalhando, sempre encontrava espaço para pelo menos 5 minutos de você. Essa vontade e desejo estavam me consumindo por dentro. Isso estava se tornando mais forte que eu.
Quanto as minhas perspectivas? Bom, estava confusa, não sabia mais para que lado correr, para que lado olhar. Não sabia o que estava sentindo, se ia ser bom ou ruim.
Aquela moça que se julgava durona, focada em prol do que queria, estava dando espaço para menininha de 18 anos que estava se apaixonando, bem típico de primeira paixão.
Confesso que andava ansiosa, pois sabia que conseguiria 2 dias de folga, e com isso poderia me encontrar contigo, pelos menos alguns minutos.
Aconteceu que conseguimos passar mais uma tarde. Tarde que não tenho nem como descrever direito.
Um copo de cerveja, e foi ai que você me abraçou e beijou ardentemente.
Foi um momento carinhoso e safado ao mesmo tempo, me mostrou realmente para que você estava ali.
Saímos da sala, você me segurou forte, encostou na parede. Fez o tempo parar.
Naquele momento não vinha mais nada na cabeça, a não ser seu cheiro, seu beijo.
Quando fiquei nos teus braços me senti acolhida, protegida. Você estava ali, me enchendo de amor.
Aquele instante deixei de ser a menininha, a garotinha de 18 anos, para tornar-me a mulher mais desejada, a mulher mais amada, mais cobiçada.
Foram duas horas de prazer, de amor.
Deitada com você, com o suor pelo corpo, veio a sensação de satisfação. Tanto minha quanto sua, era o momento mais verdadeiro que já havia acontecido entre nós...
quarta-feira, 9 de abril de 2014
CAPÍTULO V
Aquele primeiro olhar foi o mais forte.
" E ai, boa tarde?! "
Tinha tudo para ser, e foi.
Nos encontramos em meio a multidão dessa imensa cidade. Aquele beijo de oi, foi uma ousadia da tua parte. Confesso que amo ousadia. Bem ao teu estilo, isso me provocava.
Esperava uma simples tarde de conversas, talvez, uma oportunidade para tentar te conquistar, já que você havia feito isso sem nem perceber.
Conforme a conversa fluía eu ia percebendo nossas diferenças: eu era a certinha, você nem tanto.
Você curtia reggae e as vezes um beck. Eu totalmente contra isso. Gosto bem eclético quanto a música. Você fazia eu me encantar pelas suas histórias. Por exemplo aquela de quando deu aula para crianças carentes, pela vontade de ajudar quem precisava.
Então o assunto acabou, e o que restou foi o tão esperado beijo. O tempo parou naquele mesmo instante. Depois de alguns minutos, o sorriso bobo apareceu em nossos rostos.
O tempo foi curto, mas me fez muito bem.
Eram 17:30 e tínhamos que ir para casa, aquelas 2 horas ficaram guardadas no me coração.
Quando entrei no transporte e me desloquei para casa, aquele riso bobo mas verdadeiro enxia meu rosto de alegria.
Naquela hora não sabia qual sentimento estava enchendo meu coração. Apenas queria mais.
Do esperado, surgiu o inesperado. Da amizade boba, surgiu a paixão. Da paixão... bom, deve ser mera impressão, devo estar confundindo as coisas, só não confundo você no pensamento.
Aquele primeiro olhar foi o mais forte.
" E ai, boa tarde?! "
Tinha tudo para ser, e foi.
Nos encontramos em meio a multidão dessa imensa cidade. Aquele beijo de oi, foi uma ousadia da tua parte. Confesso que amo ousadia. Bem ao teu estilo, isso me provocava.
Esperava uma simples tarde de conversas, talvez, uma oportunidade para tentar te conquistar, já que você havia feito isso sem nem perceber.
Conforme a conversa fluía eu ia percebendo nossas diferenças: eu era a certinha, você nem tanto.
Você curtia reggae e as vezes um beck. Eu totalmente contra isso. Gosto bem eclético quanto a música. Você fazia eu me encantar pelas suas histórias. Por exemplo aquela de quando deu aula para crianças carentes, pela vontade de ajudar quem precisava.
Então o assunto acabou, e o que restou foi o tão esperado beijo. O tempo parou naquele mesmo instante. Depois de alguns minutos, o sorriso bobo apareceu em nossos rostos.
O tempo foi curto, mas me fez muito bem.
Eram 17:30 e tínhamos que ir para casa, aquelas 2 horas ficaram guardadas no me coração.
Quando entrei no transporte e me desloquei para casa, aquele riso bobo mas verdadeiro enxia meu rosto de alegria.
Naquela hora não sabia qual sentimento estava enchendo meu coração. Apenas queria mais.
Do esperado, surgiu o inesperado. Da amizade boba, surgiu a paixão. Da paixão... bom, deve ser mera impressão, devo estar confundindo as coisas, só não confundo você no pensamento.
terça-feira, 8 de abril de 2014
CAPÍTULO IV
Essa rotina já pertencia ao dia todo.
Começaram os problemas, e eu não encontrava a solução. Estava preocupada com estudos, com o trabalho, ou melhor, a falta dele.
Os dias passaram e aquela vontade inquietante persistia. O trabalho por fim veio. Cara de moça simpática, e um sorriso no rosto, era o que sempre carregava comigo.
Diante disso veio também as dificuldades, afinal, quem não tem?!
Os contatos foram aumentando. Assim como o tempo ia passando e instigando.
Com uma vida um tanto quanto promissora, com vários sonhos e objetivos pela frente. Tentando sempre manter o foco. Aparecer uma paixão, uma vontade inesperada, não estava no caminho.
De amizade a paixão.
Caminhos que estão lado a lado, e por um deslize podemos cair na tentação.
Finalmente a dúvida surgiu. Será mera impressão, ou será realidade?
A garotinha em um mundo novo, com ideias e sonhos novos, se deixaria levar por uma simples conversa em rede social?
Não sabia o que esperar, o que pensar.
Confusa e ansiosa era o que à definia na ultima semana.
Por fim depois de alguns dias nos encontramos. Você estava lá por apenas curtir, para que eu fosse mais um nome na sua lista. Você seria muito mais que isso para mim, porém eu não fazia ideia do quanto.
Essa rotina já pertencia ao dia todo.
Começaram os problemas, e eu não encontrava a solução. Estava preocupada com estudos, com o trabalho, ou melhor, a falta dele.
Os dias passaram e aquela vontade inquietante persistia. O trabalho por fim veio. Cara de moça simpática, e um sorriso no rosto, era o que sempre carregava comigo.
Diante disso veio também as dificuldades, afinal, quem não tem?!
Os contatos foram aumentando. Assim como o tempo ia passando e instigando.
Com uma vida um tanto quanto promissora, com vários sonhos e objetivos pela frente. Tentando sempre manter o foco. Aparecer uma paixão, uma vontade inesperada, não estava no caminho.
De amizade a paixão.
Caminhos que estão lado a lado, e por um deslize podemos cair na tentação.
Finalmente a dúvida surgiu. Será mera impressão, ou será realidade?
A garotinha em um mundo novo, com ideias e sonhos novos, se deixaria levar por uma simples conversa em rede social?
Não sabia o que esperar, o que pensar.
Confusa e ansiosa era o que à definia na ultima semana.
Por fim depois de alguns dias nos encontramos. Você estava lá por apenas curtir, para que eu fosse mais um nome na sua lista. Você seria muito mais que isso para mim, porém eu não fazia ideia do quanto.
segunda-feira, 7 de abril de 2014
CAPÍTULO III
E as semanas se passaram e a curiosidade ficou.
Houve mudanças grandes na minha vida, mudança de cidade, de pensamento.
Não irei me esquecer daquela postagem de uma lata de cerveja. Naquela época a cerveja andava sempre comigo, companheira de momentos bons, e alguns nem tanto.
Pois logo depois daquilo, aconteceu a tão esperada conversa. Vamos dizer, a primeira conversa.
O assunto foi meio bobo é verdade. Acho que foi só um meio de atrair, chamar, de mostrar " hei, estou aqui " .
E vou dizer a verdade, esse " hei " , chamou mesmo.
Confesso que achei aquilo tudo interessante. E é verdade também, que a garotinha tinha crescido. Não muito, mas o suficiente para mudar bastante.
Aconteceu como um jogo rápido. Logo depois, veio aquela vontade inquietadora de se ver, conversar, ou quem sabe um pouco mais além disso.
E eu acabava me perguntando o porque daquilo tudo, porque daquela vontade toda.
Meio que sem sabe, fui dar uma volta, e os pensamentos estavam longes, longes mas não tão longes.
Era um dia bem quente, acredito que estava beirando aos 30ºC . Dia oportuno para tomar um suco do MC DONALDS . Chegando lá, você me cumprimenta, e eu meio que sem me dar conta, não te reconheci por uma fração de segundos. Depois daquele start surgiu o "e ai, tudo bem?"
Fique mais pensativa do que já estava. Normal para essa idade, 18 aninhos.
O tempo passava e só vinha essa lembrança. De um vago pensamento, você estava se tonando uma rotina.
E as semanas se passaram e a curiosidade ficou.
Houve mudanças grandes na minha vida, mudança de cidade, de pensamento.
Não irei me esquecer daquela postagem de uma lata de cerveja. Naquela época a cerveja andava sempre comigo, companheira de momentos bons, e alguns nem tanto.
Pois logo depois daquilo, aconteceu a tão esperada conversa. Vamos dizer, a primeira conversa.
O assunto foi meio bobo é verdade. Acho que foi só um meio de atrair, chamar, de mostrar " hei, estou aqui " .
E vou dizer a verdade, esse " hei " , chamou mesmo.
Confesso que achei aquilo tudo interessante. E é verdade também, que a garotinha tinha crescido. Não muito, mas o suficiente para mudar bastante.
Aconteceu como um jogo rápido. Logo depois, veio aquela vontade inquietadora de se ver, conversar, ou quem sabe um pouco mais além disso.
E eu acabava me perguntando o porque daquilo tudo, porque daquela vontade toda.
Meio que sem sabe, fui dar uma volta, e os pensamentos estavam longes, longes mas não tão longes.
Era um dia bem quente, acredito que estava beirando aos 30ºC . Dia oportuno para tomar um suco do MC DONALDS . Chegando lá, você me cumprimenta, e eu meio que sem me dar conta, não te reconheci por uma fração de segundos. Depois daquele start surgiu o "e ai, tudo bem?"
Fique mais pensativa do que já estava. Normal para essa idade, 18 aninhos.
O tempo passava e só vinha essa lembrança. De um vago pensamento, você estava se tonando uma rotina.
sexta-feira, 4 de abril de 2014
CAPÍTULO II
" Era mais uma tarde qualquer, para especificar bem, um sábado qualquer.
Não havia acontecido nada de muito significante até o momento. Algumas cervejas e foi isso.
Ate que então, fui dar uma volta com os amigos. Naquela monotonia em que os lugares se encontravam, sem ter o que fazer, o que sobrou foi ir comprar mais uma cerveja. Pensando bem, uma cerveja e uma carne. Sim, vamos comemorar mais um dia de vida!
Chegando lá, me deparo com uma enorme fila, típico das 17:15hs em um dos maiores centros das cidades em pleno sábado.
Lá existem pessoas de todos os tipos, e você ouve vários assuntos, como por exemplo: quanto tempo esperou por um atendimento no posto de saúde. Que ficou com um rapaz lindo na festa. Que a fulaninha fez fofoca (e você também está)... bom, tem gosto e assunto para todos.
Normalmente nesses lugares encontramos alguém conhecido. Um amigo talvez.
Te achei lá, primeira vez que foste a um lugar assim né?! Na verdade, eu nem sabia que dai surgiria uma amizade.
Olá, prazer.
Cara amarrada, fechada, mas o olhar era intrigante. E foi assim que tudo começou.
Acabou que o destino fez com que acontecessem mais uns três ou quarto "oi's tudo bem? " .
Festas e futebol, aquela resenha com amigos, mas mesmo assim a cara meio amarrada persistia.
Nunca se quer ouve algum tipo de contato depois. Até que surgiu convite de amizade em rede social. Mas conversa que é bom, foi muito pouco.
Sempre costumo falar que o tempo é instigante. E é justo isso que acontece. O tempo acabou instigando, trazendo um pouco mais de curiosidade, e ele trouxe.
Aquele "oi" no mercado foi bem mais que isso. Foi o início de tudo...
Aguarde próximo capítulo!
" Era mais uma tarde qualquer, para especificar bem, um sábado qualquer.
Não havia acontecido nada de muito significante até o momento. Algumas cervejas e foi isso.
Ate que então, fui dar uma volta com os amigos. Naquela monotonia em que os lugares se encontravam, sem ter o que fazer, o que sobrou foi ir comprar mais uma cerveja. Pensando bem, uma cerveja e uma carne. Sim, vamos comemorar mais um dia de vida!
Chegando lá, me deparo com uma enorme fila, típico das 17:15hs em um dos maiores centros das cidades em pleno sábado.
Lá existem pessoas de todos os tipos, e você ouve vários assuntos, como por exemplo: quanto tempo esperou por um atendimento no posto de saúde. Que ficou com um rapaz lindo na festa. Que a fulaninha fez fofoca (e você também está)... bom, tem gosto e assunto para todos.
Normalmente nesses lugares encontramos alguém conhecido. Um amigo talvez.
Te achei lá, primeira vez que foste a um lugar assim né?! Na verdade, eu nem sabia que dai surgiria uma amizade.
Olá, prazer.
Cara amarrada, fechada, mas o olhar era intrigante. E foi assim que tudo começou.
Acabou que o destino fez com que acontecessem mais uns três ou quarto "oi's tudo bem? " .
Festas e futebol, aquela resenha com amigos, mas mesmo assim a cara meio amarrada persistia.
Nunca se quer ouve algum tipo de contato depois. Até que surgiu convite de amizade em rede social. Mas conversa que é bom, foi muito pouco.
Sempre costumo falar que o tempo é instigante. E é justo isso que acontece. O tempo acabou instigando, trazendo um pouco mais de curiosidade, e ele trouxe.
Aquele "oi" no mercado foi bem mais que isso. Foi o início de tudo...
Aguarde próximo capítulo!
quinta-feira, 3 de abril de 2014
Boa noite.
Sou cronista, escrevo textos pequenos, mas a pedido de leitores, hoje irei começar a falar de alguns assuntos que mexem com todo mundo e isso terá alguns capítulos.
Para ser sincera com vocês, nunca escrevi assim, mas vamos lá. Vou tentar... Não sei com quantos capítulos minha história vai se fechar, mas espero que gostem.
CAPÍTULO I (sempre quis fazer isso)
O sentimento. Algo bem estranho, para ser sincera.
A amizade, por exemplo, pode começar em uma noite qualquer de festa, em uma partida de futebol, dentro de um mercado, na escola ou simplesmente se batendo na rua. Da mesma forma a paixão e porquê não o amor? Não é?!
Querendo ou não todos passam por isso. Encontram pessoas especiais em momentos e lugares inusitados e em outros, não tão inusitados assim.
Há quem resolva: hoje vou achar o grande amor da minha vida. E o resultado se torna uma garrafa de bebida, mais especificamente de vodka.
Há outros que pensam: hoje eu vou zuar a festa, e por fim acabam encontrando o grande amor da vida.
O amor é surpreendente, ainda mais quando ele nos encontra assim.
Falando de amor, podemos ter vários tipos de amores. Amamos coisas, pessoas, objetos, situações... Definitivamente não há uma explicação para isso, mas tem gente que ama mais o futebol do que as pessoas ao seu redor.
Tem gente que ama música, teatro, cinema.
Tem gente que ama mais o seu cachorrinho de estimação do que o futebol.
Tem gente que ama seu namorado (a) mais do que qualquer coisa.
Tem gente que ama seu namorado (a) e ao mesmo tempo ama dar uma escapadinha a mais. Existem vários tipos de amores, citei apenas alguns.
Bom, comecei falando do amor, apenas para introduzir outros assuntos. Traição, desejo, sensação, vontade, razão, consciência.. e novamente, o amor.
Com toda essa evolução do ser humano, os sentimentos evoluíram também.
Hoje, encontrar sinceridade, fidelidade, cumplicidade, amizade, em uma pessoa só é difícil.
Conhecidos seguidamente me contam histórias do tipo... Como aquela que...
(Aguarde o próximo capítulo...)
Sou cronista, escrevo textos pequenos, mas a pedido de leitores, hoje irei começar a falar de alguns assuntos que mexem com todo mundo e isso terá alguns capítulos.
Para ser sincera com vocês, nunca escrevi assim, mas vamos lá. Vou tentar... Não sei com quantos capítulos minha história vai se fechar, mas espero que gostem.
CAPÍTULO I (sempre quis fazer isso)
O sentimento. Algo bem estranho, para ser sincera.
A amizade, por exemplo, pode começar em uma noite qualquer de festa, em uma partida de futebol, dentro de um mercado, na escola ou simplesmente se batendo na rua. Da mesma forma a paixão e porquê não o amor? Não é?!
Querendo ou não todos passam por isso. Encontram pessoas especiais em momentos e lugares inusitados e em outros, não tão inusitados assim.
Há quem resolva: hoje vou achar o grande amor da minha vida. E o resultado se torna uma garrafa de bebida, mais especificamente de vodka.
Há outros que pensam: hoje eu vou zuar a festa, e por fim acabam encontrando o grande amor da vida.
O amor é surpreendente, ainda mais quando ele nos encontra assim.
Falando de amor, podemos ter vários tipos de amores. Amamos coisas, pessoas, objetos, situações... Definitivamente não há uma explicação para isso, mas tem gente que ama mais o futebol do que as pessoas ao seu redor.
Tem gente que ama música, teatro, cinema.
Tem gente que ama mais o seu cachorrinho de estimação do que o futebol.
Tem gente que ama seu namorado (a) mais do que qualquer coisa.
Tem gente que ama seu namorado (a) e ao mesmo tempo ama dar uma escapadinha a mais. Existem vários tipos de amores, citei apenas alguns.
Bom, comecei falando do amor, apenas para introduzir outros assuntos. Traição, desejo, sensação, vontade, razão, consciência.. e novamente, o amor.
Com toda essa evolução do ser humano, os sentimentos evoluíram também.
Hoje, encontrar sinceridade, fidelidade, cumplicidade, amizade, em uma pessoa só é difícil.
Conhecidos seguidamente me contam histórias do tipo... Como aquela que...
(Aguarde o próximo capítulo...)
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