quinta-feira, 28 de agosto de 2014

AS CRÍTICAS
Com meus 19 anos já passei por várias situação inusitadas.
algumas boas, outras nem tanto.
Fácil é falar, até mesmo escrever. Agora, fazer... outro nível.
Recebi críticas quando fui para secretaria da escola a primeira vez.
Me criticaram quando eu quis ser jogadora de futebol, isso não teria futuro. Deveria ter tentando a carreira como cheff de cozinha, é o que o está em evidência no mercado, minha segunda opção então, jornalismo, o salário não é bom.
Recebi algumas críticas por ter largado um emprego que era visto como bom.
Não recebi elogios ao ter tomado algumas decisões.
Errei ao discutir.
Errei ao querer mostrar que sempre há mais que uma ou duas soluções.
Errei ao gritar e ao chorar escondido.
Errei ao fingir um sorriso.
Erramos todos os dias, as vezes pelo simples fato de não agradecer por mais um dia.
Erramos ao julgar o outro e não cuidar do nosso próprio nariz.
Hoje não existe mais alguma regra sobre como devemos pensar, agir. 
Dentro desses 19 anos, passei por coisas ruins, mas que de alguma forma trouxeram ensinamentos. 
As vezes nem tudo o que parecia era. Precisei me "embretar" para aprender a dar valor. Hoje posso afirmar, aprendi quando bati com a cabeça na parede.
Mas com certeza é gratificante ouvir "admiro a tua coragem" .
As vezes temos que arriscar, na verdade, acredito que só assim obtemos resultado positivo. Então vamos arriscar, o máximo que pode acontecer é não dar certo.
Não podemos deixar o orgulho bater no teto, muito pelo contrário, a única coisa que deve ser extremamente alta é a vontade, o desejo.
Por isso, quando ouvir um "não" não se deixe abalar, faça ele se tornar um ponto positivo. Um exemplo. Um ensinamento.



quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Então, dedico a aqueles que me pediram muito para escrever, lá vai.
Me pediram para escrever sobre algo da vida, confesso que fiquei pensando no que falar. São tantas coisas. Existe o tempo, idade, emoção, razão, coração, enfim, mil coisas.
Vou escrever sobre o que mais entendo no momento.
Quando somos jovens, pensamos apenas no dia de hoje. 
O amanhã que fique no aguarde.
As vezes somos muito influenciados pelo que a vida tem a nos dar, influenciados pelas delícias e peripécias. As coisas boas tendem a dar mais tesão, mais vontade, e por impulso muitas vezes cometemos as melhores loucuras da vida.
Quem nunca chegou em casa sem saber como? 
Ou quem nunca bebeu demais? 
Quem nunca beijou por impulso?
Podem ser dados vários exemplos, mas o que mais causa emoção e reação é o lado afetivo.
Já disse e repito: tudo o que é errado ou perigoso é mais divertido.
A adrenalina subindo no sangue, o suor nas mãos e aquela desconfiança, será que alguém vai ver? Afinal, o que ninguém viu é porque não aconteceu, certo?
Talvez possa ser certo, mas pode ser errado. E sempre há a duvida de que um dia pode não ser mais segredo.
É nessa época que descobrimos os instintos, as sensações, os arrepios, e convenhamos, não tem nada melhor que isso.
A emoção do beijo roubado, do calor do corpo, da sensação de dever cumprido.
Nós jovens, as vezes somos cegos. A loucura toma conta da nossa lucides e em pouco tempo convocamos uma multidão para defender o que achamos por direito. Temos o poder do convencimento, a força e o vigor. Temos os problemas e as soluções deles. Adquirimos conhecimento todos os dias, todas as horas.
Por isso que acredito ser a melhor fase da vida. Aprendemos e ao mesmo tempo ensinamos. Erramos e acertamos quase que simultaneamente. É a idade dos extremos.
A idade mais marcante, pelo menos, ao meu ver.