Bueno gente!
Bom dia, primeiramente, estou na tentativa de fazer uma nova
história, um pouco mais intensa... aceito sugestões de vocês meus queridos
leitores!
E para parabenizar
todas as mulheres, deixo uma mensagem que recebi no whats em grupo hoje de manhã. “Feliz
dia do sexo frágil que aguenta muito mais coisa que muito machão por ai”,
então, Parabéns mulherada!
“ Há dias que eu não dormia direito. Algo incomodava e fazia
com que eu acordasse repentinamente várias vezes durante a noite. Sim, a vida
nova era cansativa. Os compromissos, os deveres, a pouca diversão, a responsabilidade.
Eu sentia falta dos momentos em que sempre tinham pessoas na
minha volta, aliás, ficar sozinha sempre foi meu medo. Ainda mais, falando que
resolvi mudar minha vida por completo. Faculdade nova, casa nova, cidade nova,
amor... pra quê? Tô legal assim, é verdade que aprendi muita coisa, mas ficamos
por aqui.
A vida que seguiu sozinha, independente e cansativa, uma
hora mudaria. Ao invés de foco, eu o perdi completamente quando te vi. Segurando aquele copo de cerveja, todo
despreocupado, olhando para os lados como se perguntasse “o que eu vim fazer
aqui?” me chamou mais do que atenção. Atiçou todos meus sentidos, como se quem
dissesse, preciso te beijar. E o beijo de fato, veio, entre um Martini, uma
cerveja, veio a troca de olhares, de telefones.
O que era para durar bem menos que uma noite, apenas, alguns
minutos, durou bem mais. Apesar de todo histórico, ele guardava mais que uma
surpresa. As conversas surgiram, os sentimentos mais intensos também. Sem que
eu me desse conta estava apaixonada por aquele cara que ela mal sabia o nome.
Passamos a primeira de muitas noites juntos. O vinho, a
janta especial, os carinhos. A primeira noite de amor. O primeiro eu te amo.
Para mim eram muitas primeiras vezes, e
foi mais uma quando me entreguei nos seus braços. Mal imaginava o quão
dominador ele era. Ele falava, mostrava, gostava de exercer o controle.
O menino despreocupado e calmo, se mostrava outra pessoa
quando estávamos as sós. Ele me fazia feliz, e eu não sabia como. De calmaria
passou a ser correria. Eu estava adorando aquilo tudo. Quando estávamos juntos
era como se nada importasse. E realmente não importava.
Ele quis me fazer uma surpresa, perguntou se eu confiava
nele. Respondi que sim. Ele disse que ia me mostrar um novo mundo, cheio de
possibilidades. Eu sabia do que ele estava falando, sabia que mais uma vez ia
me impressionar. E não foi diferente. Quando chegou o final de semana, ele me
deu uma caixa com uma lenço de cetim preto.
Era macio, gelado. Olhou para mim, me beijou com ternura.
- Está pronta?
- Sim.
Fechei meu olhos, e a partir dali, entrei em um mundo
viciante...”
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