terça-feira, 8 de março de 2016

Bueno gente!
Bom dia, primeiramente, estou na tentativa de fazer uma nova história, um pouco mais intensa... aceito sugestões de vocês meus queridos leitores!
E para parabenizar  todas as mulheres, deixo uma mensagem que  recebi no whats em grupo hoje de manhã. “Feliz dia do sexo frágil que aguenta muito mais coisa que muito machão por ai”, então, Parabéns mulherada!
“ Há dias que eu não dormia direito. Algo incomodava e fazia com que eu acordasse repentinamente várias vezes durante a noite. Sim, a vida nova era cansativa. Os compromissos, os deveres, a pouca diversão, a responsabilidade.
Eu sentia falta dos momentos em que sempre tinham pessoas na minha volta, aliás, ficar sozinha sempre foi meu medo. Ainda mais, falando que resolvi mudar minha vida por completo. Faculdade nova, casa nova, cidade nova, amor... pra quê? Tô legal assim, é verdade que aprendi muita coisa, mas ficamos por aqui.
A vida que seguiu sozinha, independente e cansativa, uma hora mudaria. Ao invés de foco, eu o perdi completamente quando te vi.  Segurando aquele copo de cerveja, todo despreocupado, olhando para os lados como se perguntasse “o que eu vim fazer aqui?” me chamou mais do que atenção. Atiçou todos meus sentidos, como se quem dissesse, preciso te beijar. E o beijo de fato, veio, entre um Martini, uma cerveja, veio a troca de olhares, de telefones.
O que era para durar bem menos que uma noite, apenas, alguns minutos, durou bem mais. Apesar de todo histórico, ele guardava mais que uma surpresa. As conversas surgiram, os sentimentos mais intensos também. Sem que eu me desse conta estava apaixonada por aquele cara que ela mal sabia o nome.
Passamos a primeira de muitas noites juntos. O vinho, a janta especial, os carinhos. A primeira noite de amor. O primeiro eu te amo. Para mim  eram muitas primeiras vezes, e foi mais uma quando me entreguei nos seus braços. Mal imaginava o quão dominador ele era. Ele falava, mostrava, gostava de exercer o controle.
O menino despreocupado e calmo, se mostrava outra pessoa quando estávamos as sós. Ele me fazia feliz, e eu não sabia como. De calmaria passou a ser correria. Eu estava adorando aquilo tudo. Quando estávamos juntos era como se nada importasse. E realmente não importava.
Ele quis me fazer uma surpresa, perguntou se eu confiava nele. Respondi que sim. Ele disse que ia me mostrar um novo mundo, cheio de possibilidades. Eu sabia do que ele estava falando, sabia que mais uma vez ia me impressionar. E não foi diferente. Quando chegou o final de semana, ele me deu uma caixa com uma lenço de cetim preto.  Era macio, gelado. Olhou para mim, me beijou com ternura.
- Está pronta?
- Sim.

Fechei meu olhos, e a partir dali, entrei em um mundo viciante...”

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